que mais se pode dizer do jogo contra o leiria? mais uma vez o paços perdeu pontos em casa. mais uma vez josé mota demonstrou ser um treinador medroso. mais uma vez didi fez o favor de prejudicar a equipa...
quem se deslocou à mata real não terá saído de lá muito animado. futebol pobre e pouco esclarecido. no entanto, a vitoria parecia perfeitamente ao alcance. quando didi falhou de forma invrivel o 2-0, muitos foram os que temeram o que se viria a verificar depois. Lourenço igualou a partida e não deixou o paços dar um pequeno pulo rumo à permanência.
culpar os arbitros? nem pensar. estiveram em razoavel plano. o paços nao venceu por culpa propria, porque tem um treinador BURRO e jogadores como Pedrinha que estavam bem era fora da mata real ou como didi que a exemplo de muitos por esse país fora deviam ficar sem receber para ver se passavam a dar valor ao clube que representam.
Gnahem vergonha. Voces são uma vergonha. e se querem ver o paços na segunda bazem e deixem quem gosta do paços manter este clube no seu lugar, a superliga.
Aos adeptos uma palavra. O apoio agora é mais necessário que nunca. desloquem-se em massa a penafiel. demonstrem que estao com a equipa. Aproximam-se dois jogos vitais. o proximo contra o penafiel e na jornada seguinte contra os caes de guimaraes. Vamos apoiar o paços.
e sr josé mota ABRA OS OLHOS
terça-feira, fevereiro 28
terça-feira, fevereiro 14
Finalmente a vitória

Depois de 7 jornadas, os castores lá conseguiram voltar às vitorias apesar de uma exibição que deixa muito a desejar. salva-se o resultado 1-0 (golo de junior bahia) num jogo pobre, e em que o heroi pacense foi peçanha que com defesas do outro mundo evitou que os galos de barcelos obtivessem outro resultado.
a proxima jornada prevê-se muito dificil visto os castores se deslocarem ao reduto dos leões de alvalade. a equipa do sporting encontra-se bastante moralizada, enquanto os castores se vêm na necessidade de amealhar pontos de forma a escapar ao fosso da descida
terça-feira, janeiro 31
Roony fica no Paços

A transferência do avançado Ronny para o FC Zurique gorou-se devido a um desentendimento no negócio. Os dirigentes helvéticos pretendiam que o brasileiro ficasse uns dias à experiência, mas este pedido foi desde logo recusado pela direcção pacense, pelo facto de a inscrição de jogadores na Liga terminar hoje e poder inviabilizar a inscrição de um substituto.Ainda no âmbito das contratações nesta reabertura do mercado, os pacenses não devem apresentar nenhum reforço de última hora, mas o desejo de José Mota pelo brasileiro Rincón mantém-se. O angolano Edson regressa hoje da CAN e o guarda-redes Pinho foi operado com sucesso ao ombro direito.
segunda-feira, janeiro 30
Paços perde novamente
Dois jogos em casa duas derrotas. não podia ter sido pior esta dupla jornada dos castores no seu reduto. primeiro com o vitória de setubal (1-2) e agora com o boavista (0-1).
FICA O PROTESTO PELA PÉSSIMA ARBITRAGEM NO ULTIMO JOGO, PELO MEDO DO TREINADOR DO PAÇOS DE FERREIRA E PELA VERGONHA DE APENAS 3 SÓCIOS TEREM COMPARECIDO À ASSEMBLEIA GERAL.
FICA O PROTESTO PELA PÉSSIMA ARBITRAGEM NO ULTIMO JOGO, PELO MEDO DO TREINADOR DO PAÇOS DE FERREIRA E PELA VERGONHA DE APENAS 3 SÓCIOS TEREM COMPARECIDO À ASSEMBLEIA GERAL.
sexta-feira, janeiro 20
2 Saídas
O plantel dos catsores, assistiu esta semana à saída de dois atletas. O defesa contral João Duarte e o avançado Tiago Martins, vão rumar a outras paragens. Ambos irão jogar na segunda liga. O defesa vestirá a camisola do vizela, enquanto o avançado reencontrará tiago valente e nuno sousa no gondomar.
segunda-feira, janeiro 16
Nacional 2-2 Castores
Dada a impossibilidade de acompanhar o jogo in loco ou via rádio, o comentário a este jogo aqui publicado, é a publicada no jornal record.
"Dois jogos dois empates. É este o “score” na duas últimas rondas do Nacional. Curiosamente, as duas partidas foram disputadas no seu relvado e com o mesmo resultado final: 2-2. Para quem já foi considerada como uma das melhores defesas da prova, algo não vai muito bem nos alvinegros. Ontem, a “história” do embate com os sadinos repetiu-se, em tudo, diga-se. Os locais voltaram a ter o domínio da partida, mas sentindo dificuldades para criar boas ocasiões de golo. Depois, as que surgiram nem sempre foram aproveitadas. Nos momentos finais, não houve outra vez coesão defensiva para aguentar o 2-1 e novamente depois dos 80’ minutos, os madeirenses cederam mais um empate. O Paços de Fereira começou tímido, mas no segundo tempo “soltou-se” e até esteve mais perto de conseguir a reviravolta no marcador após o intervalo. Mesmo depois de estar a perder, os pupilos de José Mota acreditaram que ainda era possível voltar a marcar. E conseguiram-no, num jogo, que teve quatro golos, emoção, e muita confusão no final do mesmo, face a uma decisão do árbitro Nuno Afonso. O empate aceita-se, sendo expressado pela frieza da eficácia nortenha. Os alvinegros que agora definiram um novo desafio, chegar à Europa, ainda não acertaram o passo neste ano de 2006.Durante a primeira parte, o encontro só teve praticamente um sentido: a baliza de Peçanha. No entanto, os locais perderam duas boas situações por Goulart que viu a bola bater na barra, num cruzamento remate (5’) e após um remate, a bola bateu num defesa contrário e perdeu-se pela linha final (6’).Depois, os homens da capital do móvel davam a iniciativa ao adversário e tapavam bem os caminhos para a sua baliza. Em termos ofensivos, o Paços de Ferreira também não conseguia sair em contra-ataque, face à pressão do meio campo nacionalista. Com o jogo morno, como o Sol que espreitou a Choupana, Marchant “acordou” fazendo uma bela assistência para André Pinto, que num bom trabalho individual abriu o activo aos 38 minutos. Mas quatro minutos depois, Ávalos derrubou (?) Ronny e deu origem a uma grande penalidade que Júnior se encarregou de transformar, de nada valendo a Benaglio adivinhar o lado do remate do pacense. Estava feita a igualdade. E para além de uma queda duvidosa de Alonso, na grande área do Paços, chegou-se ao intervalo.No recomeço, os visitantes surgiram mais afoitos e por duas vezes (48’ e 52’), Júnior Bahia e Pedrinha “assustaram” os adeptos madeirenses. O Nacional reorganizou-se e sempre “mandão” chegou ao 2-1, de grande penalidade, através de Goulart aos 68 minutos.Manuel Machado retirou André Pinto e fez entrar Cléber para reequilibrar a sua formação. Mas de nada valeu. Chilikov que nada resolveu em termos de ataque cometeu uma falta e dessa “asneira” resultou” um livre que Rui Dolores apontou bem, surgindo Luís Carlos a elevar-se bem e a bater sem apelo Benaglio, aos 83 minutos.Até ao final, os alvinegros ainda acreditaram que poderiam voltar a ter a “estrelinha” da sorte. Mas Alonso por duas vezes e Ricardo Fernandes, já em tempo de descontos concedidos por Nuno Afonso, viram Peçanha brilhar e fechar a sua baliza, garantindo o empate a dois golos. Houve mérito do Paços no acreditar que poderia empatar. E quem arriscou, “petiscou”...
ÁrbitroNUNO AFONSO (2). Teve uma tarde muito contestada. Foi coerente no assinalar das grandes penalidades, embora duvidosas. Ficou também a dúvida no lance sobre Alonso. Se não foi falta deveria ver o cartão amarelo. O final da partida “baralhou-o”.~"
"Dois jogos dois empates. É este o “score” na duas últimas rondas do Nacional. Curiosamente, as duas partidas foram disputadas no seu relvado e com o mesmo resultado final: 2-2. Para quem já foi considerada como uma das melhores defesas da prova, algo não vai muito bem nos alvinegros. Ontem, a “história” do embate com os sadinos repetiu-se, em tudo, diga-se. Os locais voltaram a ter o domínio da partida, mas sentindo dificuldades para criar boas ocasiões de golo. Depois, as que surgiram nem sempre foram aproveitadas. Nos momentos finais, não houve outra vez coesão defensiva para aguentar o 2-1 e novamente depois dos 80’ minutos, os madeirenses cederam mais um empate. O Paços de Fereira começou tímido, mas no segundo tempo “soltou-se” e até esteve mais perto de conseguir a reviravolta no marcador após o intervalo. Mesmo depois de estar a perder, os pupilos de José Mota acreditaram que ainda era possível voltar a marcar. E conseguiram-no, num jogo, que teve quatro golos, emoção, e muita confusão no final do mesmo, face a uma decisão do árbitro Nuno Afonso. O empate aceita-se, sendo expressado pela frieza da eficácia nortenha. Os alvinegros que agora definiram um novo desafio, chegar à Europa, ainda não acertaram o passo neste ano de 2006.Durante a primeira parte, o encontro só teve praticamente um sentido: a baliza de Peçanha. No entanto, os locais perderam duas boas situações por Goulart que viu a bola bater na barra, num cruzamento remate (5’) e após um remate, a bola bateu num defesa contrário e perdeu-se pela linha final (6’).Depois, os homens da capital do móvel davam a iniciativa ao adversário e tapavam bem os caminhos para a sua baliza. Em termos ofensivos, o Paços de Ferreira também não conseguia sair em contra-ataque, face à pressão do meio campo nacionalista. Com o jogo morno, como o Sol que espreitou a Choupana, Marchant “acordou” fazendo uma bela assistência para André Pinto, que num bom trabalho individual abriu o activo aos 38 minutos. Mas quatro minutos depois, Ávalos derrubou (?) Ronny e deu origem a uma grande penalidade que Júnior se encarregou de transformar, de nada valendo a Benaglio adivinhar o lado do remate do pacense. Estava feita a igualdade. E para além de uma queda duvidosa de Alonso, na grande área do Paços, chegou-se ao intervalo.No recomeço, os visitantes surgiram mais afoitos e por duas vezes (48’ e 52’), Júnior Bahia e Pedrinha “assustaram” os adeptos madeirenses. O Nacional reorganizou-se e sempre “mandão” chegou ao 2-1, de grande penalidade, através de Goulart aos 68 minutos.Manuel Machado retirou André Pinto e fez entrar Cléber para reequilibrar a sua formação. Mas de nada valeu. Chilikov que nada resolveu em termos de ataque cometeu uma falta e dessa “asneira” resultou” um livre que Rui Dolores apontou bem, surgindo Luís Carlos a elevar-se bem e a bater sem apelo Benaglio, aos 83 minutos.Até ao final, os alvinegros ainda acreditaram que poderiam voltar a ter a “estrelinha” da sorte. Mas Alonso por duas vezes e Ricardo Fernandes, já em tempo de descontos concedidos por Nuno Afonso, viram Peçanha brilhar e fechar a sua baliza, garantindo o empate a dois golos. Houve mérito do Paços no acreditar que poderia empatar. E quem arriscou, “petiscou”...
ÁrbitroNUNO AFONSO (2). Teve uma tarde muito contestada. Foi coerente no assinalar das grandes penalidades, embora duvidosas. Ficou também a dúvida no lance sobre Alonso. Se não foi falta deveria ver o cartão amarelo. O final da partida “baralhou-o”.~"
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