terça-feira, dezembro 2

Telefone não pára por causa de William

A um mês da abertura do mercado de transferências, o telefone do presidente do Paços de Ferreira - dirigente amordaçado para comentários públicos acerca do próprio clube por imposição da Liga - já atendeu muitas vozes curiosas acerca dos termos do contrato de William.
É provável que, a qualquer momento, surja uma proposta para contratar o melhor marcador do campeonato e, se for o caso, Paulo Sérgio terá de encontrar alternativa. É o preço de treinar numa casa onde não existe passivo.

No orçamento do Paços de Ferreira, que ronda os quatro milhões de euros, metade dos quais absorvidos pelo futebol profissional, não estão previstas receitas de transferências.
O clube vive rigorosamente com as despesas que pode suportar e, quando o mercado se agita em redor da Mata Real, o que daí resulta são proveitos extraordinários, que ajudam a tornar menos penoso o exercício de cumprir com tudo e todos.
Esta era uma tradição que fazia dos pacenses uma saudável excepção na regra do endividamento crónico dos clubes profissionais: as direcções partiam com as contas saldadas.

Há uns anos, porém, o clube acumulou dívidas e os encaixes extraordinários, que reflectem a sagacidade na escolha de reforços bons e baratos, devolveram o equilíbrio às contas. Se pudesse falar, Fernando Sequeira diria, hoje, que preside a um clube sem passivo. Para isso contribuíram, nas últimas épocas, as transferência para o Cluj (2006/07), que levaram à Roménia Freddy (agora a treinar na Académica), Didi e Dani, ou ainda a saída de Antunes para os italianos do Roma, de Rovérsio para o Osasuna (Espanha) e Geraldo para o AEK de Atenas.
Pelo meio, também Ronny se transferiu da Mata Real para a China, numa história semelhante à de William, um início de época goleador, no caso com alguma polémica à mistura - ficou célebre um golo ao Sporting, com a mão - e aquém do compatriota, no que respeita à eficácia e ao contexto: o Paços de então não conhecia o fundo da tabela. Foi de lá que William resgatou a equipa.


in ojogo

7 comentários:

Anónimo disse...

mais dinheiro para a direccao meter ao bolso e n investir (por exemplo num estadio novo não?!)

Anónimo disse...

estadio novo??? estes gajos so pensam em estadios novos.. tomara a direcçao ter sempre dinheiro pa pagar ao jogadores... falam em estadios novos. lol.

Anónimo disse...

se um estadio custasse 1 milhao de euros ou 2.

nao deves imaginar quanto custa construir um estadio...

MarceloAbreu disse...

o paços nao tem uma massa associativa forte o suficiente para aguentar com um estadio novo. o povo de paços ja teve mais vontade pela bola do que a que tem. este cheganos bem, senao com um novo iamos parecer o beira-mar (sempre as moscas). num pequeno parece que tem sempre muita gente e da para ver a apoiar o paços à mesma

Anónimo disse...

quando falei em estadio novo, n falei em entrar em loucuras. juntando uns trocos e oportunidades e ja teriamos algo mais do que o velinha mata real. ou n e verdade?

Anónimo disse...

Um novo nao digo, mas uma remodelaçao nao ficava nada mal nao !

Eu nao entendoe como uma noticia do Wiliam so tem comentarios sobre um novo estadio !!

Tem tudo haver nao ?!?!

xD

PP

Anónimo disse...

william vai render dinheiro. dinheiro vai render um novo estadio

tem ou nao a ver?